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Pedro Xavier 02 Abr 2021

Portugal atinge máximo de exportação de gás natural em março

Portugal registou 828 gigawatts por hora (GWh) de exportação de gás natural em março, face aos 505 GWh de abril de 2020, um novo máximo mensal, segundo dados da REN – Redes Energéticas Nacionais divulgados.

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“O Sistema Nacional atingiu um novo máximo mensal de exportação de gás natural em março, com 828 GWh, face aos 505 GWh atingidos em abril de 2020, e também o maior valor diário de sempre com 47,7 GWh, no dia 24, que compara com os anteriores 42 GWh de 21 de janeiro de 2020”, apontou, em comunicado, a REN.

O terminal de gás natural liquefeito (GNL) de Sines foi, neste período, o maior abastecedor do sistema nacional.

Por sua vez, o consumo de gás natural cedeu 6,2%, impactado pela quebra no segmento de produção de energia elétrica, “que registou uma contração homóloga de 23%”.

O consumo de gás natural, no acumulado do terceiro trimestre, recuou 14%, “com um crescimento de 1,6% no segmento convencional e uma contração de 45% no segmento de produção de energia elétrica”.

Já o consumo de energia elétrica cedeu, em março, 1,7%, ou 2,2% com correção da temperatura e número de dias úteis.

De janeiro a março, a quebra, neste segmento, foi de 0,5%, ou 1,6% com a correção dos efeitos da temperatura e dias úteis.

Em março, o índice de produtibilidade hidroelétrica “ficou muito próximo do valor médio, com 1,03” (média histórica igual a um).

Conforme adiantou a REN, na produção eólica, “as condições foram particularmente desfavoráveis com o índice respetivo a registar 0,80 (média histórica igual a um)”.

A produção renovável, por seu turno, abasteceu 78% do consumo e a não renovável os restantes 22%.

O saldo de trocas com o estrangeiro foi “praticamente nulo”.

No primeiro trimestre do ano, o índice de produtibilidade hidroelétrica fixou-se em 1,28 (média histórica igual a um) e o de produtibilidade eólica em 1,02 (média histórica igual a um).

A produção renovável abasteceu, neste período, 79% do consumo, “repartida pela hidroelétrica com 42%, eólica com 29%, biomassa com 6% e fotovoltaica com 2%”.

Em 21 de março, a fotovoltaica atingiu “a maior ponta de sempre”, com 750 megawatts (MW).

A produção não renovável, “fundamentalmente a partir de gás natural”, foi responsável pelo abastecimento de 21% do consumo.

O carvão ficou abaixo dos 2%.

“O saldo de trocas com o estrangeiro, exportador, equivaleu a cerca de 4% do consumo nacional”, apontou.

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