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Pedro Xavier 11 Abr 2021

Iniciada reparação de avaria em parque eólico flutuante em Viana do Castelo

A reparação de um cabo elétrico do primeiro parque eólico flutuante da Europa, instalado ao largo de Viana do Castelo, avariado há meses, começou nas "últimas semanas" para "brevemente voltar a produzir energia renovável para a rede nacional”.

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Fonte da Windplus, consórcio que gere o parque WindFloat Atlantic, explicou ter sido “preciso aguardar que as condições meteorológicas permitissem o desenvolvimento de trabalhos e a reparação do cabo, o que tem sido feito nas últimas semanas”, sem especificar a data de início da avaria.

“O consórcio Windplus espera que o parque possa brevemente voltar a produzir energia renovável para a rede nacional”, refere, sem indicar uma previsão para o retomar da produção.

O consórcio lembrou que “o WindFloat Atlantic, primeiro parque eólico flutuante da Europa continental, encontra-se fora da rede nacional de forma temporária devido a uma avaria num cabo elétrico”.

Em fevereiro, também em reposta escrita a um pedido de esclarecimento enviado pela Lusa, o consórcio explicou que durante o tempo desta paragem iriam ser “desenvolvidos, em paralelo, trabalhos na infraestrutura gerida pela Rede Elétrica Nacional (REN), em terra, concretamente a construção de um posto de seccionamento”.

Em julho de 2020, a EDP informou que o parque eólico flutuante começou a gerar energia para abastecer, por ano, cerca de 60 mil consumidores.

O “WindFloat Atlantic, que tem uma capacidade total instalada de 25 Megawatt (MW), é o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo e irá gerar energia suficiente para abastecer o equivalente a 60.000 utilizadores por ano, poupando quase 1,1 milhões de toneladas de CO2”.

Em causa está o Windfloat Atlantic (WFA), um projeto de uma central eólica ‘offshore’ (no mar), em Viana do Castelo, orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

O projeto é apoiado por entidades públicas e privadas e é financiado pela Comissão Europeia, pelo Governo português e pelo Banco Europeu de Investimento (BEI).

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