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Pedro Xavier 17 Fev 2021

AFVC: Clubes de Viana do Castelo desmentem comunicado da Associação de Futebol

Seis clubes filiados na Associação de Futebol de Viana do Castelo, alegando "falta de diálogo por parte da Mesa da Assembleia Geral" e por uma questão de "saúde pública", decidiram interpor no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), uma providência cautelar para suspender a retoma dos campeonatos distritais, prevista para o fim de semana de 9 e 10 de janeiro.

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Ontem, terça-feira, a Associação de Futebol de Viana do Castelo, em comunicado, informou que a providência cautelar intentada contra a AFVC e Federação Portuguesa de Futebol (FPF) por alguns Clubes do campeonato distrital da 1ª Divisão, criada no sentido de suspender o Campeonato Distrital, foi indeferida.

Já esta tarde, Ancora Praia FC, ADC Correlhã, Desportivo de Monção, UD Lanheses, Neves FC e Sporting C. Courense, desmentem o organismo que tutela o futebol no Alto Minho.

COMUNICADO: 

ÂNCORA – PRAIA FUTEBOL CLUBEASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL DA CORRELHÃ;  DESPORTIVO DE MONÇÃO;  UNIÃO DESPORTIVA DE LANHESES;  NEVES FUTEBOL CLUBESPORTING CLUBE COURENSE,  

Vêm, pelo presente, apresentar resposta ao comunicado da AFVC  e esclarecer o mesmo, relativamente à providência cautelar por eles  intentada contra a AFVC e FPF.  

Veio a AFVC comunicar que o TAD indeferiu a providência  cautelar que pretende a suspensão do Campeonato Distrital da 1ª  Divisão de Futebol Sénior Masculino da AFVC.  

Tal informação não corresponde à verdade.  

O que sucedeu é que o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) se  declarou incompetente para dirimir o presente litígio, por a matéria em  causa no mesmo extravasar a competência material específica do TAD.  

Sem querer discutir aqui a bondade da decisão, pois, essa é  discutida em sede própria, seguindo os termos previstos na lei, podendo  ser sindicada por outro Tribunal, o TAD considerou-se incompetente,  em razão da matéria que lhe foi submetida, para julgar o litígio, ou seja,  o TAD, simplesmente, disse que não pode decidir este pleito, logo não  decidiu a questão de fundo. 

Agora, das duas, uma, ou esta questão é submetida a outro  Tribunal, acatando-se esta decisão, ou as partes interessadas  interpõem recurso, para o Tribunal Central Administrativo, a fim de,  apreciar se o TAD é ou não é o Tribunal competente.  

Até lá, nada de novo debaixo do sol, ou seja, a providência foi  admitida no TAD e a AFVC fica impedida de iniciar ou prosseguir com a  execução do acto, o efeito automático de suspensão da eficácia do acto  mantém-se até que esta decisão ora proferida fique consolidada.  

Por isso, a AFVC, antes de ser tão afoita em lançar um  comunicado a deturpar a decisão, devia preocupar-se com os seus  associados e informá-los da realidade E DA VERDADE.  

Assim, para o interesse de todos os associados aqui fica EM  NOME DA TRANSPARÊNCIA o devido esclarecimento sobre o  comunicado da AFVC … 

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